Exportar bens para outros países pode ser uma fonte relevante de crescimento para as empresas, através do acesso a novos mercados e oportunidades. Nesse processo, é natural que surjam riscos que muitas dessas empresas ainda não conhecem, sobretudo quando se trata de gerir pagamentos internacionais e prazos de reembolso.
Com uma análise cuidadosa, é possível compreender o impacto que estes novos riscos podem ter no negócio e decidir como mitigá-los, seja internamente, seja com o apoio de terceiros, como as seguradoras especializadas em Seguro de Crédito.
Nem todos os tipos de riscos têm o mesmo peso. Alguns riscos de pagamento podem gerar níveis inesperados de dívidas de cobrança duvidosa, com consequências graves para a atividade. Outros correspondem apenas a preocupações de curto prazo - por exemplo, atrasos pontuais nas cobranças.
Nem sempre é imediato distinguir que tipo de risco conduz a que tipo de impacto. Por isso, uma gestão sólida de um negócio de exportação começa pelo reconhecimento claro e pela compreensão de todos os riscos que o exportador enfrenta, bem como do respetivo nível de gravidade.
A partir dessa base, as empresas conseguem monitorizar e gerir cada risco à medida das suas necessidades. Os verdadeiros problemas surgem quando as empresas ignoram ou subestimam os riscos inerentes à atividade exportadora. Fechar os olhos e esperar que corra tudo bem não é uma estratégia viável de gestão de risco.
Os riscos que apanham a liderança de surpresa são, muitas vezes, os que mais penalizam o desempenho e a rentabilidade do negócio. Para os evitar, as empresas podem recorrer a um conjunto de ferramentas e soluções, entre as quais o Seguro de Crédito e a definição de condições de pagamento mais exigentes para clientes de risco elevado.
Ao longo deste artigo, apresentamos as principais categorias de risco de exportação e as formas práticas de as gerir.